5 dicas de como conduzir uma reunião com clientes para obter sucesso

Uma dúvida que frequentemente persegue os jovens arquitetos e designers de interiores é como conduzir uma reunião com clientes e obter sucesso. Afinal, no início da carreira, essas ocasiões ainda não são rotineiras e é normal sentir insegurança.

Antes de qualquer coisa, é importante destacar a relevância de se realizar reuniões com desenvoltura e competência para o futuro do seu escritório — sejam para alinhamento de informações, sejam para a apresentação de projetos.

Esses são os momentos em que você estará frente a frente com o cliente. Por isso, são ideais para “vender o seu peixe”, ou seja, convencê-lo de sua autoridade profissional, de sua capacidade de superar as expectativas e, ainda, de criar um vínculo de confiança entre vocês. Dessa forma, é preciso driblar a falta de experiência e sair bem nesse desafio, concorda?

Sendo assim, investir tempo e dedicação na preparação para esses encontros é a melhor maneira de ter sucesso. Este post tem a missão de ajudar você nisso, por meio de 5 dicas essenciais para conduzir uma reunião com mais facilidade e conquistar seus clientes de vez. Confira!

1. Planeje a reunião

O primeiro passo é organizar o conteúdo e ordenar a dinâmica do encontro. A maior parte das reuniões realizadas entre arquitetos e clientes envolve a apresentação de projetos e valores e a troca de informações.

Organize uma sequência lógica para expor o projeto ou os temas em questão. Essa é uma maneira didática de exposição que facilita o completo entendimento e contribui, inclusive, para construir uma cadeia de valor.

Isso mesmo: ao apresentar seu trabalho, o foco deve ser nas vantagens que estão sendo oferecidas ao cliente, ou seja, no custo-benefício da proposta. Destaque os aspectos que sigam esse propósito e sua dedicação para desenvolvê-los.

Outro detalhe importante é prever os momentos de interação entre todos os participantes, para criar dinamismo na apresentação e evitar que ela se assemelhe a uma palestra. Você não quer matar seu cliente de tédio, não é mesmo?

Não se esqueça, ainda, de considerar um tempo suficiente para esclarecer possíveis questionamentos e dúvidas.

2. Escolha os métodos adequados para a apresentação

Tenha em mente que muitos clientes são leigos em relação a termos e desenhos técnicos, detalhamentos ou memoriais descritivos. Além do mais, esses instrumentos são pouco atrativos e, até mesmo, entediantes para eles.

A sua criatividade será fundamental para a escolha do método adequado de exposição das ideias. Sabe aquela história de que uma imagem vale mais do que mil palavras? Aposte nela!

Para atrair o interesse do cliente, invista em apresentações ricas em detalhes, mas que preservem a clareza das informações. Ele deve conseguir visualizar os conceitos aplicados e se imaginar naquela realidade.

Alguns recursos muitos indicados nessa hora são as plantas humanizadas, as imagens tridimensionais, a realidade virtual e os vídeos interativos. É imprescindível detalhar todos os dados que deverão ser explicados, principalmente aqueles relacionados ao orçamento, às condições do contrato e aos prazos.

As planilhas são ótimas ferramentas para isso! Deixe esse item para o final da reunião.

3. Treine a oratória

Começar nunca é fácil, não é mesmo? Por isso, é importante treinar até que você adquira um pouco de prática. Lembre-se de que a sua fala deve ser firme, mas cordial, e precisa transmitir confiança e domínio do assunto.

Avalie, também, quem é o seu cliente, sua formação, seu estilo e outras características que orientem na escolha da melhor linguagem e abordagem — mais intimista ou mais formal.

Com a sequência e os métodos da apresentação definidos, fica mais fácil preparar tópicos para organizar sua fala. Essa estratégia garante maior fluidez e contribui para você se ater ao plano, não se confundir ou deixar de mencionar algo.

Uma técnica simples, mas muito eficiente, é praticar na frente do espelho, com algum amigo ou com um sócio, até você se acostumar com o processo. Além disso, esse treinamento permite avaliar se existe alguma falha no roteiro, se as informações estão completas e de fácil compreensão.

4. Demonstre empatia

Saber como conduzir uma reunião de sucesso passa por desenvolver empatia com seus clientes. Você precisa conhecê-los a fundo, quais são suas necessidades, seus desejos, suas prioridades e suas limitações.

Essa é a maneira mais eficaz de garantir o alinhamento de ideias entre vocês e, o mais importante, gerar o embasamento que você precisa para superar as expectativas dele.

Além disso, demonstre flexibilidade e dedicação para propor as melhores soluções de acordo com os recursos que ele tem disponíveis. E não se esqueça de pensar em alternativas viáveis caso ele questione itens da proposta.

Muitas vezes, o cliente pode se sentir inseguro em investir um alto valor. Dessa forma, ele precisa perceber a sua atenção e seu respeito às limitações dele. Lembre-se de que é indispensável uma relação de confiança entre as partes.

5. Faça um atendimento com excelência

No início da carreira, é normal não dispor de um escritório com uma sala de reuniões, por exemplo. De toda forma, o local do encontro deve ser pensado e preparado seguindo alguns cuidados, já que um ambiente adequado causa boa impressão e demonstra profissionalismo.

Separe um espaço no escritório que seja organizado, silencioso, confortável e que conte com todos os recursos que você precisará — mesa, cadeiras, telefone, computador, tela para apresentações e outros que se fizerem necessários.

Receba sempre seu cliente pessoalmente e o conduza ao espaço reservado para a reunião. Oferecer água e café também é cordial. Caso você realmente não disponha de um local apropriado, vale a pena agendar suas reuniões em um espaço compartilhado —  também conhecido como coworking.

Durante o encontro, seu cliente deve receber sua atenção de forma exclusiva. Assim, evite interrupções, atender ligações e esqueça as mensagens no celular. Ao término da reunião, reforce os canais de comunicação do escritório e mostre-se disponível para esclarecer quaisquer dúvidas futuras.

Viu como um bom planejamento é o segredo de como conduzir uma reunião com clientes de forma bem-sucedida? Para ficar por dentro de mais dicas como essas e impulsionar sua carreira, siga-nos no Facebook, Twitter e LinkedIn! Até mais!

Aprenda a elaborar a sua planilha de custos fixos e variáveis

A precificação é uma arte que o bom arquiteto deve dominar para ter sucesso na carreira. Da mesma forma que ele precisa apresentar um preço competitivo, também não pode deixar de cobrir despesas e manter uma margem de lucros razoável para não ficar no prejuízo. Para não se perder nessas contas, é importante montar uma planilha de custos fixos e variáveis. Você já utiliza alguma?

Se a sua resposta foi negativa, não se preocupe! Hoje nós vamos mostrar como elaborar sua própria planilha. Além disso, mesmo que você já use algum modelo, nossas ideias podem ajudá-lo a aperfeiçoá-la, garantindo mais precisão aos seus orçamentos.

Ficou interessado? Então, confira!

Qual a importância do controle de custos?

Todo mundo, ao começar na carreira, já teve dúvidas quanto à precificação dos projetos. Nós já mostramos, em outro post do blog, alguns dos principais métodos para fazer esse cálculo.

Mas se você não tiver um bom controle de custos, a precisão de qualquer método vai ficar comprometida. Depois de ter enviado o orçamento ao cliente, não é mais possível alterá-lo sem afetar negativamente sua credibilidade.

Por isso, uma planilha detalhada é a melhor forma de evitar esse problema. Ela vai ajudá-lo a visualizar todos os gastos envolvidos na obra. Juntando essa informação com o tempo de execução do projeto, você chegará a um preço justo.

Qual a diferença entre custos fixos e variáveis?

Mas apenas fazer uma lista não é suficiente. É preciso diferenciar os custos fixos e variáveis, já que eles interferem na composição dos preços de formas distintas. Vamos entender melhor cada um deles?

Custos fixos

São aqueles que você tem, independentemente de haver contratação ou não. Portanto, eles não dependem do material utilizado para realizar um projeto. O escritório vai precisar pagar por eles todos os meses, sem exceção.

Para o seu escritório funcionar, por exemplo, é preciso pagar:

  • o aluguel do espaço;
  • contas de consumo (água, energia, telefone, internet);
  • imposto predial;
  • salário dos funcionários internos e encargos;
  • seguro;
  • material de escritório e limpeza;
  • serviços de assessoria, como contabilidade;
  • ações de marketing e captação de clientes, entre outros.

Essas e outras despesas compõem o seu custo fixo. Elas podem até variar, dependendo da localização do seu escritório. Em alguns casos, dois ou mais profissionais criam uma sociedade e dividem essa “carga” financeira.

Na maioria das vezes, os arquitetos usam esse valor para calcular a base de sua hora de trabalho. Se a sua despesa fixa é de x reais por mês para um período de 160 horas de atividade, cada hora representa x/160 do total.

Custos variáveis

Os custos variáveis são aqueles que, como o próprio nome diz, são diferentes em cada projeto realizado. Aqui entram os materiais que você vai utilizar, a equipe contratada, seu deslocamento para acompanhamento das obras, impostos sobre serviço etc.

Portanto, os custos variáveis precisam ser analisados caso a caso. Mesmo projetos muito semelhantes, mas realizados em locais ou cidades diferentes, podem ter um cálculo completamente distinto.

Vamos dar um exemplo simples, mas muito claro: imagine que vai projetar o interior de uma cozinha. Então, entre as despesas variáveis desse projeto estão:

  • o material utilizado (pisos, azulejos, rejunte, gesso, tinta, iluminação, mobília e equipamentos etc);
  • a mão-de-obra contratada (pedreiros, pintores, azulejistas, marceneiros, eletricistas, limpeza ao final da obra);
  • o deslocamento para acompanhar a obra (despesas com combustível, pedágio e horas trabalhadas);
  • impostos sobre serviços (que correspondem a um percentual do total).

Esses são apenas alguns exemplos, mas você sabe que esse conjunto pode ser bem variado, de acordo com o projeto e os profissionais necessários para executá-lo.

Como se pode perceber, é importante que o arquiteto mantenha um controle preciso de todos esses custos — tanto os fixos quanto os variáveis. Assim ele vai conseguir realmente dimensionar esses gastos, repassá-lo no orçamento e ainda manter uma margem de lucro razoável.

Como fazer uma planilha de custos fixos e variáveis?

Depois de entender a importância desse controle e qual é a diferença entre os custos fixos e variáveis, é hora de colocar esse conhecimento em prática. Você pode elaborar sua planilha a partir dos seguintes passos:

1. Faça uma lista das despesas

Aqui nós já demos vários exemplos de despesas, tanto fixas quanto variáveis. O primeiro passo para começar sua planilha é listá-las, sempre lembrando de separá-las nessas duas categorias. De preferência, crie outras subdivisões que facilitem a identificação.

2. Anote todos os pagamentos feitos

É possível que, no começo, ainda faltem muitas despesas na sua planilha. Por isso, é importante anotar cada pagamento realizado para depois classificá-lo de acordo com a categoria.

Fique atento a taxas e encargos que às vezes passam despercebidos. Outros gastos que costumam ficar esquecidos são aqueles que se referem ao treinamento e capacitação de profissionais. Coloque-os em sua lista.

3. Adicione uma provisão para imprevistos nas despesas fixas

Embora você não tenha como antecipar esses imprevistos, o fato é que eles sempre acontecem. Em um mês é necessário comprar um equipamento, no outro é a impressora que quebra e precisa de reparos, e assim por diante.

Anote esses gastos e, depois de alguns meses, estabeleça um valor médio para esses imprevistos. Torne-o parte do seu orçamento como uma provisão para incidentes e inclua-o no cálculo da hora de trabalho, sempre de forma proporcional.

4. Inclua investimentos

Todo profissional tem o desejo de crescer. Para isso, vai precisar comprar equipamentos, investir em capacitação própria e dos funcionários e até mesmo transferir seu escritório para um local melhor. Esse é o caminho para se diferenciar no mercado.

Para isso, defina objetivos a curto, médio e longo prazo e crie um planejamento para efetivá-los. Dar um passo de cada vez é a melhor maneira de chegar longe, então não pense apenas no agora e comece a mobilizar recursos para isso.

Calcule o investimento necessário e estabeleça uma data para concretizar seu plano. Dilua esse valor ao longo do período e inclua-o em suas despesas fixas para viabilizar o seu projeto.

5. Reavalie permanentemente

Sua planilha deve ser flexível, de acordo com a realidade da empresa. Por isso, você deve acrescentar ou eliminar itens conforme eles retratam as operações que realmente acontecem ali.

Sempre é importante que, além dos custos, o arquiteto tenha um registro das horas utilizadas para executar os projetos. Aos poucos, ele vai adquirir a percepção necessária para avaliar o esforço exigido para um trabalho, quantificá-lo em tempo e elaborar orçamentos mais precisos.

Qual a relevância do controle financeiro?

Tão importante quanto registrar as despesas, é controlá-las. A planilha vai ajudá-lo a formar uma previsão de custos e elaborar um planejamento financeiro realista. Mas para que tudo isso aconteça, é fundamental acompanhar os pagamentos e evitar gastos desnecessários.

Lembre-se também de não fazer compromissos financeiros contando com previsões excessivamente otimistas. O profissional pode investir, mas com muita prudência. Deve-se evitar gastar recursos que ainda não foram gerados, colocando a saúde financeira do escritório em risco.

Entendeu como elaborar sua planilha de custos fixos e variáveis? Se gostou das dicas e quer saber mais sobre como cobrar por um projeto de arquitetura e precificar os serviços, então continue no blog e confira o post!

lounge de eventos

CASACOR/ES está em busca de novos talentos

Com o objetivo de revelar os novos talentos do mercado, a Vitória Stone Fair, em parceria com a CASACOR Espírito Santo, promove o maior workshop Arch&Design das Américas entre os dias 05 e 08 de Junho: o Archathon. 72 Arquitetos e Designers de Interiores de todo o país serão desafios a criar um projeto em menos de 24 horas dentro da feira. A boa notícia é que as inscrições ainda estão abertas!

Os profissionais vencedores do workshop conquistam uma viagem para a Itália, durante a MARMOMAC, feira referência mundial em rochas ornamentais, e a oportunidade de ter um ambiente na maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo no país, aberta ao público de 19 de setembro a 07 de novembro, em Vitória.

lounge gourmet

Os profissionais vencedores do Archathon 2017, Louise Azevedo, Roberta Gagliano e Sillas Nickel, falaram para o Archanews a respeito da experiência. Para Sillas, “Participar da CASACOR Espírito Santo foi abrir os olhos para a materialização de ideias. O que não tem preço: alcançar o olhar dos visitantes levando-os a enxergarem um conceito maior, que se mostra não apenas na aparência ou nos materiais utilizados. Nunca deixar de acreditar no que ninguém pode nos tirar: uma ideia.”.

Roberta conta que o prêmio “abriu portas com fornecedores e clientes. Uma excelente oportunidade para me inserir no mercado capixaba”. O ambiente, executado pela Volare Engenheira, foi de encontro às relações virtuais, promovendo acolhimento e reunião. Um espaço com layout solto e cores sóbrias que ganharam vida ao serem aliados ao painel colorido de uma das paredes, que foi inspirado nas cores dos contêineres do porto de Vitória, só que vistos de cima.

Sobre o workshop, Louise Azevedo revela que “participar do Archathon 2017 foi uma experiência marcante. O ambiente competitivo e de criatividade nos fez crescer como profissionais, e foi também o nosso primeiro passo rumo à excelência no mercado da arquitetura capixaba.”.

Em 2018, 24 grupos serão selecionados para uma imersão em conteúdo, networking e prática profissional na Vitória Stone Fair, sob a mentoria dos experts Juliana Vervloet, Augusto Alvarenga, Geórgia Mendonça e Cristiane Locatelli.

SERVIÇO:

Quem pode participar?

Profissionais formados nos cursos de Arquitetura e Design de Interiores.

Qual a dinâmica do evento?

INSCRIÇÕES : Grupos de 3 profissionais devem se inscrever, gratuitamente, pelo site até 28/05 e enviar o portfólio para [email protected]

FASE ONLINE: Os grupos classificados terão acesso ao conteúdo preparatório para Archathon.

FASE PRESENCIAL: Após a etapa de classificação, os 24 grupos classificados participam do evento presencial, em VITÓRIA), de 05 a 08 de junho.

Programação:

05/06 (TERÇA-FEIRA) 13:30H às 20:00H | ArchaDay + Workshop Criativo (Parte I)

06/06 (QUARTA-FEIRA) 13:30H às 20:00H | Workshop Criativo (Parte II)

07/06 (QUINTA-FEIRA) 15:00H às 20:00H | Seletiva dos Mentores

08/06 (SEXTA-FEIRA) 15:00H às 20:00H | ArchaTrial (Apresentações para Comissão Julgadora e Escolha do vencedor)

Inscrições até o dia 28 de Maio pelo site www.archathon.com.br

Formei, e agora? Veja como planejar a carreira e se destacar no mercado!

O mercado de trabalho para os profissionais da arquitetura é amplo e está cada vez mais competitivo. Com isso, é preciso saber como planejar a carreira e se preparar para atuar como um arquiteto de sucesso.

Muito além de uma boa formação acadêmica e visão criativa, é preciso apresentar alguns diferenciais para conseguir se destacar na área e transformar seu nome em uma grande referência.

Pensando nisso, preparamos este post com informações a respeito do que fazer após a graduação para consolidar sua carreira na área da arquitetura. Fique atento e boa leitura!

Invista em cursos de especialização

Além da experiência prática, quem quer buscar novos conhecimentos ou aprimorar os obtidos na faculdade precisa procurar por cursos de pós-graduação ou de especialização. Existem diversas opções lato sensu, stricto sensu e com diferentes focos para você escolher.

Defina uma área de interesse

Em geral, o recém-formado em Arquitetura é um profissional generalista — ou seja, tem um pouco de conhecimento em cada área. Porém, se você deseja tornar-se um profissional especialista — ou seja, que entende muito de uma área específica —, é preciso definir um campo de atuação.

Hoje, o arquiteto consegue trabalhar em diversas áreas, como:

  • urbanismo;
  • restauro de edifícios;
  • especialista em BIM;
  • designer de imagem 3D;
  • entre muitas outras.

Defina aquela que mais tem a ver com o seu perfil e busque se especializar!

Tenha experiências internacionais

O mercado está cada vez mais globalizado e experiências internacionais são sempre muito bem-vindas no currículo. O intercâmbio permite vivenciar novas culturas, conhecer novas histórias e ainda garante a fluência em uma segunda (ou terceira) língua.

Essa experiência ainda é capaz de influenciar a sua forma de pensar e criar seus projetos e é uma oportunidade única para quem deseja desenvolver habilidades empreendedoras e planejar a carreira.

Amplie sua rede de contatos

Construir um bom networking é uma das melhores formas de ser reconhecido e indicado no meio empresarial. Procure participar de workshops, eventos, palestras, cursos e congressos para conhecer arquitetos atuantes e outros profissionais de áreas relacionadas, como designers, decoradores e engenheiros.

Aproveite a oportunidade para conversar e tirar suas dúvidas sobre o mercado e suas tendências, aprender com pessoas mais experientes e divulgar o seu portfólio. Já existem, inclusive, redes sociais voltadas para a comunicação profissional, como o LinkedIn.

Seja um profissional sustentável

Cada vez mais a preocupação com o meio ambiente é o foco dos projetos sustentáveis. Cabe ao arquiteto criar projetos que minimizem os impactos na natureza. Para isso, é preciso avaliar diversos fatores, como as condições climáticas e o ecossistema da região.

A partir desse momento, o profissional precisa saber promover bem-estar, economia e eficiência energética, aproveitando os recursos naturais e desenvolvendo técnicas que demandem menos tempo de execução.

Agora que você entendeu como planejar a carreira, não perca tempo e procure aperfeiçoar suas habilidades e o seu estilo. Lembre-se de que para atuar na profissão é necessário obter o registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) da sua região.

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Afinal, como está o mercado de Arquitetura atualmente? Saiba mais!

O mercado de Arquitetura e da Construção Civil está intimamente ligado à economia do país. Como, no momento, o Brasil tem crescido menos, os setores ainda estão pouco aquecidos. Porém, hoje, o arquiteto tem um leque muito maior de opções fora do setor da construção.

A carreira de arquitetos e urbanistas pode transitar para o setor da inovação, da gestão e do Design de Interiores — tudo dependerá da capacidade de adaptação, criatividade, dinamismo e preparação do profissional.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre o mercado de trabalho da Arquitetura e suas possibilidades, continue a leitura!

Importância da capacitação

Segundo o censo do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), um quarto dos profissionais da área tem pós-graduação. Além disso, 86% dos arquitetos brasileiros dominam softwares de desenho, 28% têm bom conhecimento de programas de geoprocessamento, e 63% dizem ter domínio de outros programas de computador de uso profissional.

Com esse cenário, é possível perceber a importância de investir em atualização para se manter competitivo no mercado de trabalho — seja por meio de workshops, seja por meio de cursos, seja por meio de palestras. Quanto mais conhecimento você apresentar, mais estratégias para otimizar os projetos e diminuir o custo e o tempo de execução você dominará.

Principais áreas de atuação

Ainda de acordo com o censo, aproximadamente um terço dos arquitetos trabalham com concepção de projetos. Embora essa seja a principal atividade, o campo de atuação é bem variado. Algumas atividades, como paisagismo, planejamento urbano, interiores, patrimônio histórico, pesquisa e ensino, vêm conquistando profissionais.

Além de um amplo mercado, mais da metade dos arquitetos e urbanistas trabalham por conta própria — sendo 34% autônomos e 20% donos de empresas e escritórios de Arquitetura.

Salário médio no mercado de Arquitetura

O salário mínimo do arquiteto é definido pela Lei 4.950-A/66 e está vinculado ao número de horas trabalhadas por dia. Para um profissional formado e com registro no Conselho, os valores são:

  • 6 salários mínimos para uma jornada de 6 horas diárias;
  • 7,25 salários mínimos para uma jornada de 7 horas diárias;
  • 8,5 salários mínimos para uma jornada de 8 horas diárias;
  • R$ 43,36 por hora para jornadas inferiores a 6 horas com registro em carteira.

Porém, na prática, nem todas as empresas seguem essa tabela. Em alguns casos, os arquitetos recebem um salário inferior ao definido pela legislação e são contratados como “projetistas” ou “desenhistas”.

Número de profissionais e universidades

Atualmente, existem 143.401 arquitetos e urbanistas em exercício no Brasil, de acordo com o Anuário de Arquitetura e Urbanismo. A maioria é composta por mulheres jovens, com menos de 40 anos.

Mais da metade dos profissionais ativos atuam na região Sudeste do país. Um terço deles está concentrado no estado de São Paulo. Já são mais de 20.000 empresas distribuídas pelo Brasil.

Além disso, já são oferecidos 466 cursos em diversas faculdades públicas e particulares em 210 cidades espalhadas por todo o território nacional. Só no estado de São Paulo, são 133 cursos em 50 cidades!

Com a retomada do crescimento da economia, o mercado de Arquitetura tende a despertar novamente, e boas oportunidades podem surgir. Pensando nisso, é preciso estar preparado, criar seu portfólio, fazer networking e conectar-se com grandes marcas da área.

Se você se interessou pelo conteúdo e quer receber mais informações como essa e ficar por dentro do maior workshop Arch&Design das Américas, assine agora mesmo a nossa newsletter! Vamos lá!

ITÁLIA: a referência em design

É praticamente impossível pensar em design e não pensar na Itália: o país tem tradição na moda, arquitetura, design e artes em destinos como como Roma, Florença, Milão e Verona. A Itália foi protagonista de diversos movimentos artísticos e culturais que transformaram a história e servem de influência até hoje. Do Coliseu ao atual Salone del Mobile, passando pelos canais de Veneza, a Itália é um polo criativo e encanta.

Em um cenário de pós-guerra, a rápida reconstrução industrial da Itália foi decisiva para consolidar o design e torná-lo líder no segmento. A união entre arquitetos e empresários, nesse momento de reestruturação da economia, abriu espaço para criações baseadas em inovações tecnológicas e pela inovação e rica experimentação dos italianos. Desde então, os arquitetos e designers italianos ditam tendências: são imensamente criativos, perfeccionistas e conhecidos por projetos inovadores e exuberantes ao redor do mundo.

Donatello, Rafael, Michelangelo e Leonardo da Vinci foram grandes mentes precursoras do design no período renascentista. Nos anos 1950, profissionais como Gio Ponto, Marco Zonuso, Marcello Nizzoli e os irmãos Castiglioni marcaram a história. Hoje em dia, nomes como Patricia Urquiola, Fabio Novembre, Simone Micheli e Paolo Ulian se destacam no cenário e vem apresentando seus trabalhos em importantes cidades italianas.

Milão é conhecida como uma das mais influentes no mundo sendo o berço do design e da moda. A cidade é a segunda maior do país, tem o PIB mais elevado da Europa e é o centro de negócios e finanças da Itália. Milão tem um rico patrimônio cultural e todos os anos recebe milhares de profissionais para a Semana de Design, que aconteceu em Abril. Esse ano, acompanhamos jovens arquitetas paulistanas que foram pela primeira vez ao evento e nos contaram sobre a experiência. 

Roma é um museu a céu aberto, abriga uma série de monumentos arquitetônicos da antiguidade, além de um valioso patrimônio artístico no Vaticano – Estado independente, pertencente à Igreja Católica e localizado no centro da capital.

Verona é uma das mais românticas da Itália: foi cenário da famosa tragédia de William Shakespeare, Romeu e Julieta. Possui um anfiteatro romano mais antigo que o Coliseu de Roma, onde é apresentado um importante festival de ópera durante o mês de agosto. É também um importante pólo econômico do país e onde acontece, todos os anos, a Marmomac: evento referência mundial em pedras naturais que reúne, todos os anos, profissionais do setor de arquitetura e construção que desejam se afirmar em um contexto cada vez mais especializado e competitivo

Em 2018, o Archathon – maior workshop Arch&design do Brasil vai premiar um trio de profissionais com uma viagem para conhecer Verona durante a feira. O desafio acontecerá entre os dias 5 e 8 de Junho dentro da Vitória Stone Fair e as inscrições já estão abertas até o dia 28 de Maio em: www.archathon.com.br

 

 

 

Vitória Stone Fair

Desafio nacional de arquitetura vai levar profissionais para Itália!

Em pouco menos de um mês, durante a Vitória Stone Fair (de 05 a 08 de junho), arquitetos e designers de todo país participam do maior workshop Arch&Design das Américas. Imersos em uma experiência de networking, conteúdo e inovações do mercado, os profissionais terão como desafio desenvolver um projeto de interiores em menos de 24 horas, com produtos e soluções apresentadas durante o evento.

Nesta edição, o briefing ainda envolve valorizar o uso de pedras naturais, já que a feira é referência para o setor de rochas ornamentais nas Américas. O Brasil possui a maior diversidade de rochas naturais do mundo – são mais de 1.200 variedades –  e o Espirito Santo é o maior produtor e exportador do país. A feira reúne grandes empresas de tecnologias de todas as partes do mundo e é uma oportunidade para quem busca prática profissional, expandir sua rede de contatos e diferenciar-se no mercado.

Os vencedores viajam para a Itália, em uma experiência única durante a MARMOMAC, evento internacional dedicado às empresas do setor de mármores e pedras.

Os interessados em participar do workshop devem formar um grupo de 3 profissionais, fazer a inscrição pelo site e enviar um portfólio com projetos autorais que traduzam o conceito e trabalho do trio. O evento é gratuito e profissionais de fora do Espírito Santo contam com descontos em passagens aéreas e hotéis na cidade. Em um mercado tão competitivo e dinâmico, é essencial se dedicar a oportunidades de negócios como essa. Por isso, é preciso investir na capacitação contínua, conhecer as tendências e manter-se atualizado em relação à evolução técnica e tecnológica em diversos setores.

Para saber mais, acesse archathon.com.br.  As inscrições vão até 28/05.

Verona

Pós-graduação em Design de Interiores: vale a pena ser especialista?

Atualmente, diversas faculdades de Arquitetura já incluem disciplinas que ensinam a projetar ambientes internos em sua grade curricular, agregando apuro estético e funcionalidade a esses espaços. No entanto, mesmo que muitos arquitetos realizem essa atividade, a pós-graduação em Design de Interiores continua sendo o melhor caminho para se especializar na área e apresentar um diferencial competitivo.

E você, já pensou na possibilidade de se especializar em Design de Interiores? Quer entender como é o mercado e de que forma a pós-graduação pode ajudá-lo a se destacar e alcançar o sucesso? Então, neste post, vamos tirar suas dúvidas! Continue a leitura e confira!

A atuação do designer de interiores

Não é incomum as pessoas criarem uma certa confusão entre o trabalho do arquiteto e do Designer de Interiores. Como algumas tarefas desses dois profissionais são bastante parecidas, nem sempre se dá a devida atenção à especialização.

Sabemos que a formação em Arquitetura é bastante ampla. Ela permite que o profissional escolha e atue em diferentes áreas, como projetos de casas e prédios, urbanismo, paisagismo, design de produtos, entre outros.

Quando se trata do projeto de casas e prédios, o arquiteto planeja e acompanha a execução da obra junto ao engenheiro civil. Seu papel é bastante relacionado à parte estrutural.

No entanto, muitos arquitetos e escritórios vão além dessa parte e trabalham também com o Design de Interiores. Alguns realizam apenas essa atividade, outros conciliam ambas as áreas, oferecendo um projeto completo aos seus clientes.

De forma bastante resumida, podemos dizer que o designer de interiores tem o papel de projetar esses ambientes, garantindo que a organização leve em consideração não só os aspectos estéticos, mas também a funcionalidade daquela área de convivência.

O designer analisa o layout do ambiente, pensa nas tarefas que serão realizadas ali e cria um projeto para facilitá-las. Ele vai considerar a luminosidade, a ergonomia, a acústica, a necessidade de circulação ou descanso, além de outras características. Assim, o designer dispõe os móveis e elementos, tornando o espaço esteticamente atraente e altamente funcional.

O designer pode desenhar objetos de mobília ou procurar no mercado os itens perfeitos para compor o espaço. Em ambos os casos, ele elabora a decoração do ambiente para que seja harmônico, aconchegante e ajude a cumprir seu propósito.

A importância da pós-graduação em Design de Interiores

A grande questão é: se muitos arquitetos já realizam essa atividade de forma complementar, por que se preocupar com uma especialização? Ela é realmente essencial para trabalhar nessa área?

A verdade é que, embora haja mercado para o Design de Interiores, ele está cada dia mais competitivo. A especialização, que antes era considerada um passo posterior na carreira, tem sido antecipada como forma de garantir um diferencial competitivo.

Atualmente, já são muitos os profissionais que terminam a graduação e já emendam esse período com uma pós-graduação. O conhecimento que esse nível educacional proporciona somado ao peso do título são, em si, uma excelente estratégia de marketing. Portanto, são essenciais para se destacar e conseguir um lugar no mercado.

Agora, vale a pena pensar: se conquistar um espaço em um negócio competitivo já é um tremendo desafio, imagine entrar nesse jogo em desvantagem? É isso que acontece quando um arquiteto tenta se estabelecer na carreira sem buscar especialização.

A contribuição de uma especialização em interiores

Uma pós-graduação nunca deve ser vista apenas como um diploma. Trata-se se uma oportunidade de agregar ferramentas preciosas ao trabalho e obter insights a partir da experiência de um quadro de professores altamente qualificado.

Diferentemente da graduação, em que muito professores são acadêmicos, nos cursos de especialização, grande parte desse quadro é formado por profissionais que atuam no mercado. Por isso, a visão deles é muito atual e, até mesmo, focada no futuro.

Também, de forma diferente da faculdade, a pós não tem uma abordagem superficial. Entenda que, na graduação, a grade curricular exige que o curso aborde uma noção básica de diversos temas fundamentais para que o profissional inicie sua carreira.

Na especialização, essa lógica é invertida: o curso foca em um único aspecto — Design de Interiores, por exemplo — e o explora em profundidade, provendo tudo o que o mercado apresenta de mais novo no setor.

As vantagens da pós em interiores para a carreira

Ninguém melhor do que o próprio arquiteto, que fez o projeto estrutural, para planejar o design da área interna. Afinal, ele transformou um conceito em traços e é a pessoa mais indicada para fazer com que a decoração e a construção reflitam a mesma ideia.

Portanto, a especialização é a melhor maneira de conciliar os benefícios das duas funções, garantindo a entrega de projetos completos ao cliente e sua total satisfação. Confira, então, outras vantagens da pós-graduação em Design de Interiores:

Qualificação profissional

Como já comentamos nos outros tópicos, a pós-graduação agrega uma série de conhecimentos específicos. Portanto, ela torna o profissional capaz de realizar projetos mais elaborados, diferentes daqueles construídos a partir de uma noção superficial.

Em outras palavras, a especialização proporciona a qualidade que é essencial para que um arquiteto chegue ao mercado e comece a criar uma reputação que favoreça seu desenvolvimento de carreira. 

Networking

Além disso, a pós-graduação em qualquer área é reconhecida como um meio altamente eficiente de fazer networking, o que também contribui bastante para esse impulso inicial na carreira. A especialização em Design de Interiores não é diferente, e pode contribuir muito para essa arrancada inicial.

O que não podemos negar, de forma alguma, é a necessidade de diferenciação. Quando o profissional não possui esse elemento de destaque, ele se torna apenas mais um no mercado.

Diferenciação no mercado

A consequência da falta de diferenciação é a alta concorrência, que leva muitos arquitetos a disputarem seus clientes apenas com base no preço dos serviços e projetos executados.

Funciona como um leilão reverso: ganha quem oferece mais por um valor menor, o que desvaloriza o profissional e todo o grupo, reduzindo significativamente as margens de lucro e dificultando a construção de uma carreira de sucesso.

A especialização inverte essa lógica: ela cria todas as condições necessárias para que o arquiteto estabeleça um alto padrão de qualidade, conquiste uma reputação que valoriza seu projeto, alcançando o status ideal e merecido.

Entendeu qual é a importância da pós-graduação em Design de Interiores? E agora, ficou interessado em se especializar para se destacar na profissão? Quer saber um pouco mais sobre a necessidade de se diferenciar? 

Então, você não pode deixar de ler outro conteúdo que preparamos para ajudar a alavancar sua carreira. Continue no blog e descubra como ganhar dinheiro só com Arquitetura e se diferenciar no mercado. Confira! 

Após vencer desafio de Arquitetura, jovens profissionais viajam para Milão

Em Março deste ano, durante o Archathon, o maior workshop Arch&Design das Américas, 90 profissionais foram desafiados a criar um projeto de interiores em menos de 24 horas. O briefing era a “Casa dos Sonhos” da influencer Lucila Zahran Turqueto do blog Casa de Valentina. O evento teve o apoio de grandes marcas como Hunter Douglas, Ettore, Urban Arts, Saint Gobain Glass, Creditas Reforma, Deca, Duratex, Durafloor, Hydra, Ceusa, Dunelli, Promob e Clube&Casa.

O prêmio inédito para os vencedores foi uma viagem para Milão durante o Salone del Mobile. Recém-chegadas de viagem, as arquitetas paulistanas Gabriela Verzaro, Lara Mauad e Lis Figueiredo Martins, que tiveram a mentoria de Renata Costa do @apto41 durante o Archathon, contam para o #archanews como foi a experiência. Confira!

Pela primeira vez o Archathon levou arquitetos para Milão. Como vocês encaram essa oportunidade, agora que já viveram a experiência?
Foi única e inspiradora. Muita informação vivida e vista em pouco tempo, agora que voltamos é hora de organizar tudo que vimos pra absorver ao máximo cada detalhe e conseguirmos usar no trabalho(esse é o maior objetivo)

Todo Arquiteto ou Designer sonha em conhecer Milão durante a Semana de Design. É tudo isso e um pouco mais?
Considerado o maior evento de design do mundo e não à toa. É possível ver durante essa semana os novos produtos e tecnologias criadas por grandes profissionais, grandes marcas e por jovens designers, muita coisa interessante é surpreendente. Realmente superou nossas expectativas

Por que vale a pena ir?
Em Milão, durante a semana do Salone del Mobile, se concentra tudo que há de mais novo, moderno e inovador no mercado da arquitetura e design mundial.

O que foi mais surpreendente?
Impossível citar apenas 1 item. Este ano teve como tema a “cozinha”, onde pudemos ver as principais tendências, foi ótimo. A exposição Satélite, de jovens e pequenos designers, que aconteceu dentro do Salone, foi realmente impressionante e emocionante. Em Brera, um bairro muito charmoso, pudemos ver muito design brasileiro, o que nos deixou muito orgulhosas.

Salone ou Fuorisalone?
Por ser a primeira vez que estivemos em Milão nesta semana, os dois foram extremamente importantes. Mas o Fuori nos tirou o fôlego, é maravilhoso poder andar por toda a cidade e ver design e exposições espalhadas por todo canto e livre para todos.

Como aproveitar ao máximo a feira? Vocês se prepararam?
Bom, a semana é pequena e são muitos eventos rolando ao mesmo tempo. Mais especificamente são 350 eventos em 5 dias no Fuori e 2000 exibidores no Salone. Então tivemos que organizar as prioridades das visitas para conseguirmos encaixar na agenda e aproveitar da melhor forma possível. Conseguimos ver muita coisa, e voltamos com gostinho de quero mais.

O que vocês trazem para o Brasil dessa experiência?
Muitas inspirações trouxemos na bagagem de volta, é incrível poder ver o que o mundo cria, as diferenças e semelhanças de cada país e cultura, maravilhoso como tudo se complementa. Adoramos cada experiência e networking que tivemos com grandes marcas e profissionais da área, ótimo poder trocar experiências e conversar com quem está a mais tempo no mercado.

A próxima edição do Archathon acontece em Vitória, durante a Vitória Stone Fair, de 05 a 08 de junho. O prêmio? Uma viagem para Itália durante a Marmomac, feira que é referência internacional em rochas ornamentais. Inscrições gratuitas pelo site até 28/05.

Arquiteto, você sabe como conquistar um cliente? Confira 5 dicas infalíveis!

Se você é um jovem arquiteto, certamente enfrenta a dúvida constante de como conquistar um cliente indeciso, não é mesmo? Felizmente, existem algumas técnicas de persuasão que podem impulsionar — e muito! — o seu escritório.

É comum que alguns clientes encarem o projeto de arquitetura como um gasto, não como um investimento, especialmente em momentos de crise. Como qualquer consumidor consciente, ele só estará disposto a investir se enxergar uma relação custo-benefício vantajosa.

A resposta para a dúvida de como conquistar um cliente não está somente na capacidade de criar soluções que o cativem e de agregar valor à proposta, mas na comunicação assertiva para convencê-lo de vez.

Pode parecer complicado, mas, com nossas dicas, você vai conseguir superar esse desafio. Preparado? Então, continue a leitura!

1. Conheça o seu cliente

Essa é a regra número um de sucesso em qualquer negócio. Você precisa ter em mente as necessidades do seu cliente, quais as reais expectativas dele, o que o motiva e o que o encanta, qual o seu orçamento disponível e condições que podem vir a se tornar objeções.

2. Apresente o projeto adequadamente

Cada cliente demanda um tipo de linguagem e recursos diferentes para compreender o projeto. A maioria, inclusive, não terá a mínima noção de o que um desenho técnico representa. 

Por isso, planeje a apresentação com cuidado. Use desenhos tridimensionais, plantas humanizadas, animações, enfim, o que se fizer necessário para o melhor entendimento das soluções.

3. Foque no valor, não no preço 

Muitos clientes são leigos e podem não compreender o real valor de algumas soluções. Por isso, você deve deixar claro como o projeto trará os benefícios que ele espera e outras vantagens. 

Exemplifique como a proposta é inovadora e sustentável, além de trazer maior qualidade às atividades dele e proporcionar uma economia de custos. Mais ainda, mostre como o seu escritório está comprometido em bem atendê-lo em todas as fases do serviço.

Viu como é fundamental conhecer a fundo seu cliente? Somente assim você estará apto a superar as expectativas dele e, vencida essa etapa, apresentar o custo do projeto.

4. Supere as objeções

A melhor maneira de superar esses obstáculos é apresentar argumentos concretos, dados embasados e flexibilidade. Por isso, prepare-se pare responder aos questionamentos com paciência e empatia. Seja didático ao demonstrar cases de sucesso do escritório ou soluções similares bem-sucedidas.

Pense, também, em alternativas ao que foi proposto. Muitas vezes, o cliente se sente inseguro pelo alto valor a investir. Oferecer possibilidades de escolha mostra que você está atento aos limites dele e focado na maneira mais adequada para atendê-lo.

Dê tempo suficiente para ele pensar acerca dos detalhes e mantenha contato regularmente. Entretanto, nunca o pressione a fechar o negócio!

5. Invista em marketing

Investir na divulgação do seu trabalho, principalmente com foco no seu público-alvo, é imprescindível para proporcionar maior visibilidade ao seu escritório. 

Que tal criar um blog, um portfólio online ou perfis nas redes sociais? Essas ferramentas permitem que você produza conteúdo de valor para seus prospects, apresentando detalhadamente soluções, projetos de sucesso e parcerias. Além disso, são ótimas oportunidades de receber feedbacks de seus clientes e seguidores.

Indique sempre aos seus clientes que o acompanhe nessas redes, pois a interação ajuda a estreitar laços e a gerar confiança.

Viu como é possível superar os obstáculos de como conquistar um cliente? Invista nessas dicas e impulsione seu escritório de vez!

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